
O relator, ministro Alexandre de Moraes, apontou que Eduardo “insistiu na estratégia de ameaçar gravemente” integrantes da Primeira Turma ao buscar sanções junto ao governo dos Estados Unidos, que resultaram em tarifas de exportação contra o Brasil, cancelamento de vistos de autoridades brasileiras e aplicação da Lei Magnitsky a ministros do Supremo, ao próprio Moraes e à sua esposa. O governo Donald Trump justificou o chamado “tarifaço” alegando injustiças no julgamento de Bolsonaro — que seguiu os trâmites regulares da Justiça brasileira.


















